Nada sei do futuro
Quantos lugares explorarei?
Que abraços me esperarão?
Quais olhares encontrarei?
A única instância do tempo
Que posso tocar, manusear
É o instante presente.
Em alguns momentos da vida
Faz-se necessário a destruição.
O fim de um ciclo propicia
A construção a partir de perspectivas novas
A partir de uma vibração diferente
Que tudo vê com olhos outros
Atentos, maduros, sensíveis.
Pois estes mesmos olhos são humildes
Visualizam o reflexo dos atos idos
E desenvolvem a própria cura.
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