sábado, 22 de maio de 2010

Finalizando mais um ciclo!

E o dia se aproxima!
Estou no processo de elaborar a monografia, colhendo dados, refletindo sobre o tema...Escolhi a astrologia e a construção do imaginário. Preciso muito retirar um livro na biblioteca, queria comprá-lo, mas não encontro em lugar algum!
A referencia é O Mundo da Astrologia: Um Estudo Antropológico, de Luis Rodolfo Vilhena, quem souber onde encontrar me avise, por gentileza!!
Estou com muito tesão de escrever, mas como existe pouca referencia deste tema nas ciências sociais, terei que me limitar a elaborar um pequeno histórico da astrologia, pra contextualizar o tema. Depois que o projeto estiver bem fechadinho, começa a caça ao orientador! Tomara que o professor que eu tenha em mente aceite orientar meu TCC :)
No fundo a gente não está querendo alterar as coisas. 
A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro...



Clarice Lispector
Obs.: O titulo do primeiro post de maio, com o verbo flexionado no gerúndio, dá uma idéia de processo. De fato, este finalizar ainda está em processo. Acredito que os processos internos ao qual vivo são mais lentos, e se intensificam em certo ponto. Talvez eles se prolonguem por que ocorre uma primeira fase, que consiste na negação. Em seguida vem a afirmação e o enfrentamento dos fatos, o que implica uma sintese, que não se executa instantaneamente: exige energia e capacidade de superação.

E cá estou eu, me superando a cada dia!

Levitar

Há momentos em que não devemos tentar buscar explicações para o que é inexplicável; a tentativa de encontrar alguma justificativa afastaria a beleza do instante vivido, por completo. Não é necessário, tão pouco, fazer exigências ou  criar expectativas em relação ao que pode se desenrolar no futuro; a beleza encontra-se no presente e deve ser vivido enquanto tal. Mesmo estando acostumada a tentar desvendar as razões e motivações que subjazem às ações de cada ser humano, devido a toda bagagem teórica que li durante a minha faculdade, nunca me senti tão tranquila em adotar justamente uma postura tão despreendida diante dos fatos. E isto me surpreende. É um sentir-se tão leve, e um encantar-se tão sutil, que não espera nada, e apenas deseja viver um dia de cada vez.

E viva-se, intensamente!