"Menos pela cicatriz deixada, uma ferida antiga mede-se mais exatamente pela dor que provocou, e para sempre perdeu-se no momento em que cessou de doer, embora lateje louca nos dias de chuva."
Caio Fernando Abreu
domingo, 26 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
...
" E a minha voz nascerá de novo,
talvez noutro tempo sem dores,
e nas alturas arderá de novo o meu coração
ardente e estrelado"
Pablo Neruda
talvez noutro tempo sem dores,
e nas alturas arderá de novo o meu coração
ardente e estrelado"
Pablo Neruda
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Nesta Sala Escura
Não me diga aquilo que eu quero ouvir
Não me fale aquilo que já sei
Só me prove tudo aquilo que não quero saber
E não me deixe esperando
Não me deixe imaginando
O que poderia ser
Me conte tudo
Nos mínimos detalhes
E faça o meu destino se cumprir
Fale a verdade
Seja sincero
Não meça palavras
Não queira me poupar
Mas me conte tudo aquilo
Que eu não quero acreditar
Nos mínimos detalhes
Até que a ultima lágrima escorra
dos teus límpidos olhos castanhos
Até que o último suspiro ecoe
Nesta sala escura
A dor da verdade
Irá me curar
A dor da verdade
Um dia vai te machucar
Portanto não tenha medo
E me diga tudo aquilo que eu não quero ouvir
fale tudo o que eu não sei
Me prove aquilo que eu quero saber
Não me fale aquilo que já sei
Só me prove tudo aquilo que não quero saber
E não me deixe esperando
Não me deixe imaginando
O que poderia ser
Me conte tudo
Nos mínimos detalhes
E faça o meu destino se cumprir
Fale a verdade
Seja sincero
Não meça palavras
Não queira me poupar
Mas me conte tudo aquilo
Que eu não quero acreditar
Nos mínimos detalhes
Até que a ultima lágrima escorra
dos teus límpidos olhos castanhos
Até que o último suspiro ecoe
Nesta sala escura
A dor da verdade
Irá me curar
A dor da verdade
Um dia vai te machucar
Portanto não tenha medo
E me diga tudo aquilo que eu não quero ouvir
fale tudo o que eu não sei
Me prove aquilo que eu quero saber
Brisa
Reflito....e sem apego repito
Aquilo que os sentidos ditam
E me abstenho
Me desdenho
Dos caminhos turvos
Quero correr o risco
Quero sentir o chuvisco
Escorrer pela minha face
Deslizar pelo corpo
Me entregar ao acaso
Esbarrar no desconhecido
Que, em realidade
finge acreditar que desconhece
o intimamente já compreendido
Aquilo que os sentidos ditam
E me abstenho
Me desdenho
Dos caminhos turvos
Quero correr o risco
Quero sentir o chuvisco
Escorrer pela minha face
Deslizar pelo corpo
Me entregar ao acaso
Esbarrar no desconhecido
Que, em realidade
finge acreditar que desconhece
o intimamente já compreendido
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