domingo, 17 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
Chega o ultimo dia de Dezembro
E vem a avalanche de mensagens de esperanças
Que as mesmas sejam renovadas
Fortalecidas, quase assim, reificadas.
Esta década que adentrou
Sepultou minhas esperanças
Com um golpe, de certo modo, fulminante.
Representa o fim de um ciclo
Que teve seu auge e seu declínio
Como todos os processos da vida.
Não posso prever de antemão
que ciclos se iniciarão
O que há em mim é uma inclinação da alma
À tudo de novo que ela tem a me oferecer
Em verdade quando a esperança acaba
Não há o que temer
É sinal de que novos caminhos surgem
E que sejam belos e promissores
Que sejam claros e intensos.
E vem a avalanche de mensagens de esperanças
Que as mesmas sejam renovadas
Fortalecidas, quase assim, reificadas.
Esta década que adentrou
Sepultou minhas esperanças
Com um golpe, de certo modo, fulminante.
Representa o fim de um ciclo
Que teve seu auge e seu declínio
Como todos os processos da vida.
Não posso prever de antemão
que ciclos se iniciarão
O que há em mim é uma inclinação da alma
À tudo de novo que ela tem a me oferecer
Em verdade quando a esperança acaba
Não há o que temer
É sinal de que novos caminhos surgem
E que sejam belos e promissores
Que sejam claros e intensos.
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